Capacitação parental para comunicação funcional e manejo de comportamentos disruptivos no autismo

Atualizado: 22 de ago. de 2020

Este é um estudo piloto de intervenção não controlado multicêntrico para capacitação de 21

cuidadores de indivíduos com TEA com comportamentos disruptivos e déficits na comunicação. Diante da limitação de recursos humanos e da dificuldade de acesso a tratamentos baseados em evidência na rede pública, propostas de intervenção em grupo podem ser uma alternativa viável para atingir uma parcela maior da população.


Referência:

BAGAIOLO, L. F., PACÍFICO, C. R., MOYA, A. C. C., DE FARIAS MIZAEL, L., DE JESUS, F. S., ZAVITOSKI, M., DA CUNHA ASEVEDO, G. R. (2018). Capacitação parental para comunicação funcional e manejo de comportamentos disruptivos em indivíduos com Transtorno do Espectro Autista. Cadernos de Pós-Graduação em Distúrbios do Desenvolvimento, 18(2).

link para pdf: http://pepsic.bvsalud.org/pdf/cpdd/v18n2/v18n2a04.pdf


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Resumo:

Os Transtornos do Espectro Autista (TEA) impactam precocemente áreas importantes do desenvolvimento, como comunicação social e comportamentos repetitivos e estereotipados. Os déficits e excessos comportamentais desse quadro podem resultar em impacto familiar, com significativa sobrecarga nos cuidadores em termos emocionais e econômicos. Nesse contexto, a capacitação dos pais para melhor manejo e estimulação de indivíduos com TEA se mostra como uma alternativa interessante para atuar tanto nos sintomas desses indivíduos quanto na sobrecarga familiar. Este é um estudo piloto de intervenção não controlado multicêntrico para capacitação de 21 cuidadores de indivíduos com TEA com comportamentos disruptivos e déficits na comunicação. As intervenções foram realizadas em dois serviços ambulatoriais de referência da cidade de São Paulo e os temas foram embasados na Análise Aplicada do Comportamento (Applied Behavior Analysis – ABA). Os resultados demonstraram uma redução significativa nos comportamentos disruptivos dos indivíduos com TEA, medidos por meio da Aberrant Behavior Checklist (ABC), e nos sintomas de depressão e ansiedade dos cuidadores, medidos pelas escalas Hamilton de Depressão e Ansiedade. Diante da limitação de recursos humanos e da dificuldade de acesso a tratamentos baseados em evidência na rede pública, propostas de

intervenção em grupo podem ser uma alternativa viável para atingir uma parcela maior da população.

Palavras-chave

Transtornos do espectro autista. Capacitação parental. Análise do comportamento aplicada. Manejo de comportamentos disruptivos. Treino de comunicação funcional

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